sexta-feira, 28 de junho de 2013

A Informatica aplicada á Medicina Veterinária


A INFORMÁTICA APLICADA À MEDICINA VETERINÁRIA



A utilização da Informática na Medicina Veterinária vem, progressivamente, contribuindo para avanços tecnológicos e científicos de grande importância comprovando, definitivamente, a conveniência da união destas duas áreas. O envolvimento da informática no ensino superior abre janelas de comunicação e novas perspectivas que, certamente, facilitarão a vida do aluno, do Médico Veterinário e a de seus clientes e pacientes.
 A evolução na área da Informática relacionada à Veterinária se reflete tanto no campo clínico como no de pesquisas e de publicações técnicas e científicas difundidas através da Internet que propiciam o acesso a farto material facilitando de sobremaneira o aperfeiçoamento profissional.
A diminuição de tempo na obtenção de resultados laboratoriais conseguidos através do uso das Tecnologias da Informação (TI) vem promovendo uma evolução mais acelerada da Medicina Veterinária, tornando os métodos de diagnósticos mais claros e menos evasivos e o mais importante, salvando vidas. A melhoria nas áreas clínica (software gerenciador de clínica), cirúrgica (equipamentos hospitalares), científica (computação gráfica para apresentação de projetos de trabalho) e rural (software gerenciador de fazenda) é a evidência das vantagens na união dessas duas áreas.


 NOVA TECNOLOGIA NA ÁREA DE PRODUÇÃO ANIMAL

Apesar de deter o segundo maior rebanho do mundo, o Brasil participou em 1999 com apenas 2,5% das exportações mundiais. A cadeia produtiva de bovinos e o sistema de produção do bovino de corte têm implementado programas e práticas de produção que visam reduzir o ciclo da reprodução e aumentar os ganhos de produtividade, naturalmente associado a técnicas modernas de adubação de pastagens, pastejo rotacionado, cruzamentos industriais, (redução da idade de abate), confinamento. No que tange especificamente à pecuária leiteira, o controle leiteiro na fazenda, a formação de raças mais produ-tivas e adaptadas às nossas condições de criação, via cruzamentos entre zebuínos e taurinos e a introdução de novas variedades de gramíneas, mais produtivas e nutritivas, constituem-se nos novos recursos utilizados.
Tecnologias de ponta são incorporadas à cadeia de produção de bovinos de corte e de leite. A inseminação artificial, o transplante de embrião e o uso da informática são componentes que facilitam sobremaneira os programas de melhoramento genético das espécies e o gerenciamento da produção. Passam a serem utilizadas tecnologias modernas na determinação das exigências nutricionais dos animais e na formulação e preparo de rações. Novas práticas higiênico-profiláticas são desencadeadas para atender a um melhor e mais eficiente manejo sanitário do rebanho. Neste contexto, o aprimoramento e formação de uma mão de obra qualificada a ser utilizada tanto na gerência quanto na execução dos serviços inerentes à produção bovina se constitui aspecto relevante ao desenvolvimento do setor.
Todo conjunto de ações que vêm sendo empreendidas na produção de carne bovina no Brasil, busca superar deficiências tradicionalmente inerentes ao setor, tais como: baixa capacidade de suporte das pastagens, o uso de alimentação suplementar no período da seca, que não atende às exigências nutricionais dos animais, elevada idade no abate dos machos e elevada idade na primeira cria para as fêmeas. Há problemas nos aspectos sanitários, em determinadas regiões do país, tais como febre aftosa, brucelose, ecto e endoparasitos.
A pecuária leiteira também busca implementar estratégias para superar alguns pontos críticos da cadeia produtiva do leite, tais como:
Ø ineficiência na fiscalização, possibilitando a falsificação de insumos;
Ø aplicação inadequada de equipamentos;
Ø ausência de uma padronização dos produtos;
Ø mão de obra mal-remunerada e pouco qualificada;
Ø insuficiência de programas de avaliação genética;
Ø baixa utilização do controle leiteiro por parte dos produtores; 15Ø pouco relacionamento entre pesquisa e indústria na adequação de máquinas e equipamentos;
Ø baixo espírito associativista e pequena adoção de tecnologia;
Ø considerável número de laticínios sem serviço de inspeção e o SIF (Serviço de Inspeção Federal)

Nenhum comentário:

Postar um comentário